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Beto Colombo

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Como Escolho meus Candidatos

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Como Escolho meus Candidatos

Querido leitor, meu reconhecimento a você que tem acompanhado meu trabalho aqui no jornal A Tribuna ou na Rádio Som Maior FM. Junto com meu reconhecimento, minha gratidão pelas críticas, sejam elas de elogios ou de alertas.

Passada a eleição municipal quero refletir em forma de desabafo. Sim, de desabafo.

Desde quando fiz meu título eleitoral, precisamente em 1981, embora tenha votado pela primeira vez nas eleições estaduais de 15 de novembro de 1982, sempre votei. Jamais anulei meu voto, votei em branco ou votei em trânsito. Só isso já demonstra que para mim, o voto é sagrado e acredito que eu continue votando mesmo depois dos 70, quando não é mais obrigatório.

Durante esse tempo já passei por vários momentos. Já pensei em me candidatar, já pedi voto para meus candidatos, já coordenei campanha, enfim, em política, minha posição é pública. Contudo, nos últimos anos, principalmente depois da aquisição da rádio, tenho me mantido mais em silêncio e participado do meu jeito, com cidadania, mas sem exageros.

Nesses 31 anos como eleitor, passei algumas experiências que me ajudam a decidir, hoje, o candidato. Se não o melhor, a meu ver, o menos pior. E quando é desta forma, o escolho por eliminatória. Quer saber como escolho meus candidatos?

Primeiramente excluindo. Sim, excluindo. Inicialmente vejo a ideologia do candidato, o partido. Gosto de partidos coerentes em nível nacional. Depois vejo a história da pessoa: quem é, o que fez, qual seu trabalho e sua preparação para o cargo.

Escolhida a ideologia, a proposta nacional, o nome dentro de uma agremiação e a sua preparação para o cargo, vou para detalhes como visão de mundo, coerência pessoal. Gosto de pessoas com propostas ecológicas e com práticas ecossustentáveis. Faz tempo que não voto em candidato “sugismundo”. E esse asseio deve ser antes, durante e até no dia da eleição. Se vir um santinho do meu escolhido no chão, por exemplo, voto na minha segunda opção, afinal de contas, a gente sempre tem uma segunda opção.

Também candidatos que falam uma coisa e eu vejo que fazem outra, não tem meu voto. Para mim, por ora, os fins não justificam os meios. Não adianta ser um corrupto durante a campanha e um vereador de destaque no mandato.

É assim como decido o meu voto hoje. E você, qual o processo de decisão de voto?
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Artigo veiculado na Rádio Som Maior FM no dia 23/10/2012 e no Jornal A Tribuna no dia 24/10/2012.

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1 Comentários para "Como Escolho meus Candidatos"

  • Lenir Joaquina Goulart - 23/10/2012

    Beto, acompanho seus artigos, gosto e me identifico. Mas, preciso perguntar sem invadir:- o que sobra?

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