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Beto Colombo

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Drão

Querido leitor, paz! É quase Natal. O menino Deus surge no horizonte de cada coração, cada um de uma forma, cada um de um jeito.

Hoje quero celebrar esses tempos natalinos com a música “Drão”, de Gilberto Gil. Diz a primeira estrofe da canção: “O amor da gente é como um grão. Uma semente de ilusão, tem que morrer pra germinar, plantar nalgum lugar, ressuscitar no chão. Nossa semeadura, quem poderá fazer, aquele amor morrer, nossa caminhadura. Dura caminhada, pela noite escura”...

Bárbaro. A poesia nos mexe e a do Gil, mais ainda.

“Drão! Não pense na separação, não despedace o coração, o verdadeiro amor é vão, estende-se infinito, imenso monólito. Nossa arquitetura quem poderá fazer, aquele amor morrer, nossa caminhadura. Cama de tatame, pela vida afora”...

Como explicar em palavras: “O verdadeiro amor é vão”.

“Drão! Os meninos são todos sãos, os pecados são todos meus, Deus sabe a minha confissão. Não há o que perdoar, por isso mesmo é que há de haver mais compaixão. Quem poderá fazer, aquele amor morrer, se o amor é como um grão. Morre, nasce trigo, vive, morre pão”.

Lindo! Quem poderá fazer, aquele amor morrer, se o amor é como um grão. Morre, nasce trigo, vive, morre pão.

Drão!

Querido leitor, Feliz Natal e um próspero novo ano a todos vocês.
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Artigo veiculado na Rádio Som Maior FM no dia 23/12/2013

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