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Beto Colombo

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Família

Querido leitor, que você esteja em paz. Hoje vamos refletir sobre família.

Final de ano, para mim, é tempo de avaliar a jornada, de refazer rumos e caminhos. Época de férias e, por conseguinte, viajar, rever amigos e familiares.

A família da gente é assim, às vezes de bem, às vezes nem tanto, mas como é difícil viver longe dela ou sem ela, não e mesmo? Algumas vezes a gente discute, briga por uma causa: pela intimidade do amor. E esta mesma intimidade nos devolve ao recôndito da amizade, a alegria da relação, a paz do amor. Em família adoecemos, é verdade, mas também em família nos curamos.

Estudos e pesquisas mostram que profissionais que constituem família são mais responsáveis e têm menos rotatividade. Algumas empresas, inclusive, contratam pessoas solteiras, mas para assumir qualquer cargo de liderança, o pré-requisito básico é ter contraído matrimônio. Há aqueles, inclusive, que só faz isso quando o profissional já é pai ou mãe.

Família, às vezes é ruim com ela, mas é péssimo sem uma referência. É como levantar uma taça sozinho.

Acompanhando a transmissão do futebol em dobro (Rádios Som Maior e Difusora) por ocasião da última conquista do Criciúma Esporte Clube, que foi o acesso à séria “A” do campeonato brasileiro, alguns depoimentos me chamaram a atenção. E todos falavam sobre família, interpelado pelo repórter Rogério Dimas que queria saber para quem dedicavam a conquista.

Lembro-me do goleador Zé Carlos que oferecia a conquista a sua família pelo apoio, a sua mãe e a sua avó que estavam assistindo ao jogo em Alagoas. Visivelmente emocionado, ele não se cansava em repetir a palavra família.

Mais sóbrio, o técnico Paulo Comelli falava de sua esposa, de seu filho adolescente, que praticamente não pode vê-los. “Desde que vim pra Criciúma, não fui pra minha casa”, explicou. “Minha esposa e meu filho é que vieram me visitar”. Mas o momento mais emocionante foi quando ele dedicava o acesso a sua mãe que, nos alto dos seus 80 anos, ainda tirava tempo para assistir ao jogo e torcer pelo seu filho. “Ela está bem doente e quero visita-la com calma”, disse.

Família, família... Como viver sem?

E vale lembrar que o próprio conceito tradicional de família está mudando, ou seja, pai, mãe e filhos. Já é comum famílias de homossexuais com filhos, mas ainda é família. Porque o que liga a família é o laço afetivo do amor, do carinho, da troca.

É assim como o mundo familiar me parece hoje. E você como vivencia a sua família?

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Artigo veiculado na Rádio Som Maior Premium no dia 12/12/2012 e publicado no Jornal A Tribuna no dia 13/12/2012.

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4 Comentários para "Família"

  • Jalmor de Assis - 12/12/2012

    Boa boa noite, Beto Colombo!

    Sempre que leio a sua coluna, me sinto bem. Sua fala é interessante. Por isso gostaria da sua resposta. Se não estiver sendo inoportuno.

    Quando em escrevo no Google - quantos dias tem a quaresma - a tela enche de 40 dias.

    Pergunto: a de 2013 terá mais? ou não começa no dia 13/02.


    Obrigado,
    José Jalmor Batista de Assis
    48 346134348 99873022

  • tiago duminelli - 12/12/2012

    (= Pai, mãe, irmao, Familia unida com amor, carinho, respeito, isso é essencial.

  • Flavio Seafim - 12/12/2012

    Muido linda esta mensagem"FAMILIA" que esta mensagem sejam vividas e não apenas lidas.
    Abcs
    Flavio

  • carlota - 12/12/2012

    Pois é, zerei com a familia. Valores tão distintos, distancia fisica. Faço o quê? Me sinto como se vivesse em um País bem distante sabia? bjs

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